segunda-feira, 9 de março de 2009

Benfica vence Naval por 2-1

O Benfica respondeu este domingo da melhor forma aos triunfos conseguidos pelo FC Porto e Sporting, ao conseguir uma vitória difícil, por 2-1, no reduto da Naval 1º de Maio, em encontro da 21ª jornada da Liga portuguesa de futebol. O argentino Pablo Aimar (primeiro tento na prova), aos três minutos, e o grego Katsouranis (segundo), aos 73, selaram a vitória dos "encarnados", ambos na sequência de pontapés livres marcados pelo espanhol José António Reyes.
A formação comanda pelo espanhol Quique Flores ainda se pôs a jeito para somar o quinto jogo consecutivo fora sem vencer, mas, depois de "adormecer" à sombra do tento inaugural, reagiu ao tento de Marcelinho (53 minutos). Com este triunfo, o Benfica passa a contar 43 pontos, menos dois do que o líder e tricampeão FC Porto e mais dois do que o Sporting, terceiro colocado, que venceram com facilidade no reduto do Leixões (4-1) e na recepção ao Paços de Ferreira (2-0), respectivamente.
No Benfica, as indisponibilidades de Suazo, Ruben Amorim e Carlos Martins eram conhecidas, porém, Quique manteve o mesmo "onze" da jornada anterior (Leixões) a permuta de Ruben Amorim por Yebda foi a excepção.
Quanto à equipa da Figueira da Foz, e com Ulisses Morais ainda ausente do banco de suplentes, o adjunto Fernando Mira trocou Bolívia por Simplício em relação ao último "onze" (vitória por 2-1 no Restelo).
Não houve tempo para que as equipas se estudassem.
O Benfica entrou na partida de forma fulgurante e na passagem do terceiro minuto colocou-se em vantagem. Aimar sofreu falta à entrada do seu meio campo, Reyes cobrou, a defesa navalista aliviou para a entrada da área onde, depois de um toque de cabeça de Yebda, apareceu Aimar de primeira a recarregar com êxito.
As "águias" ganharam vantagem, sem nada terem feito para o justificar, e, depois, colocaram-se "à parte" do jogo até ao final dos primeiros 45 minutos Pelo contrário, os locais reagiram bem ao golo. Marinho foi a prova disso mesmo, aos 14 e 25 minutos, com duas situações de perigo na área benfiquista.
Na passagem da meia hora, a diferença entre os dois conjuntos centrava-se na eficácia, com três remates da Naval para nenhum golo e um do Benfica para um tento. Perante um Benfica apático e defensivo, a Naval continuou no comando do jogo e, com naturalidade, conseguiu chegar ao tento da igualdade aos 53 minutos, por intermédio de Marcelinho, que havia entrado ao intervalo.
O Benfica, finalmente, pareceu acordar, a partida ganhou uma nova dinâmica de parada e resposta: Di Maria, aos 57 minutos, rematou estrondosamente ao travessão, e Cardozo, aos 62, quase tirou tinta ao poste da baliza à guarda de Peiser, em duas excelentes ocasiões. Aumentou a pressão do Benfica e a vantagem aconteceu logo a seguir.
Na cobrança de um lance de bola parada, a castigar uma mão inexistente, Reyes marcou o livre, Miguel Vítor no interior da área, assiste de cabeça Katsouranis ao segundo poste e o grego repõe a vantagem.
Ficou desde logo sentenciada a partida, já que, a turma da Luz passou a controlar tudo o que havia para controlar, não permitindo qualquer veleidade ao conjunto figueirense.

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